Bem, quem me conhece sabe que eu tenho muitos notebooks...(por falar nisso, já tenho suficientes obrigada xD). Este blog terá essa função: um notebook virtual, personalizado, onde escrevo (quando tiver tempo e, especialmente, vontade...lool) "o que me vai na alma"(isto é um bocado vago; tanto podem ser longas dissertações como duas ou três frases que, acompanhadas de uma música, dizem mais que 1000 imagens...xD). Ah, já agora, aproveito para dizer que sou viciada em "xD"! (xD) Enjoy your stay ;)
sábado, 26 de setembro de 2009
Algumas das frases mais bem ditas
Para contrapôr, uma das pessoas que mais estimo [minha mana ;) ] expressou por palavras o que eu já devia ter dito há muito (mas mesmo muito) tempo. Aqui vai a frase da semana (devia ter sido a frase do ano passado, mas enfim...):
"Digo-te a verdade por mais que seja suicida: curto mesmo de ti, mas curto mais da minha vida."
Go Sis ; )
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Mais surpresas (constantes, mas que ainda surpreendem!)
O que tenho andado a fazer (num estilo mais Twitter, "what have I been doing lately?" »» xD)... Hum... Well... Er... Muito sucintamente (outra surpresa em mim, mas não a vou numerar xD), o Projecto. É isso. (vá, 'tá bem, "draft4", é mais preciso, ok? xD) Sim, é uma ideia muito vaga, mas no Natal será tornado público para certas pessoas, uma espécie de prenda, se lhe quisermos chamar assim. Mas, mais do que uma prenda, este projecto é uma forma de realização pessoal. Não posso expandir muito a minha explicação, mas posso dizer que é algo que me preenche de certa forma, que me ocupa, e que gosto imenso de fazer, e vou certamente ficar com pena quando acabar (já sinto saudades, e ainda mal passei do meio!). Para falar verdade, foi algo que simplesmente me ocorreu, de repente, e no momento seguinte comecei a trabalhar. Não gosto de trabalhar à pressão, por isso vou devagar, mas sinto que vou depressa demais, porque já lhe vejo o fim... : (
Surpresa n.º3 (que não devia ser surpresa, mas enfim...): "Twilight Saga"= vício
Pois, parece que sim... E, ainda mais estranho (como se isso fosse possível xD), identifico-me mais uma vez com... o personagem que, em princípio, menos tem a ver comigo. Any guess? Bingo! Vampiro, alto, belo, rapaz... (poderá haver mais diferenças? xD) Cheguei à conclusão de que me identifico (psicologicamente :P) com o personagem Edward Cullen. (e esta pode ser a surpresa n.º4: escrever no meu blog [ou em qualquer outro sítio!] sobre a minha "relação" com personagens fictícios! Poderei ficar ainda mais doida?? xD) Explicar esta escolha terá de ficar para outro dia, ineflizmente (oooooooohhhhhhhhhhh... xD e sim, eu sei que a minha escrita é a coisa mais desesperante da vida xD), por isso passamos à...
Surpresa n.º5 (e, masi importante): Uma frase > Primeiro, falta de ar; agora, mesmo com o ar poluído, ainda consigo cá estar (que é como quem diz, não morri xD)
Surpresa n.º6 (e última, at last): vou acabar este post com o assunto com que o comecei: surpresas! (raro, não é?)
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Já falta pouco! =DD

- Sitckwithu, Pussycat Dolls (B)
- I Don't Want to Miss a Thing, Aerosmith (E)
- Like You'll Never See Me Again, Alicia Keys (E)
- Pressure, Paramore (B)
- Guilty, The Rasmus (E)
- Sail Away, The Rasmus (E)
- Behind These Hazel Eyes, Kelly Clarkson (B)
- Going Under, Evanescence (B)
- I'm Lost Without You, Blink 182 (B)
- Hear Me, Kelly Clarkson (B)
- Forgiven, Within Temptation (B)
- All Star, Smash Mouth (J & B)
- Picture of My Own, Fingertips (B)
- Here Without You, 3 Doors Down (E & B)
- When You're Gone, Avril Lavigne (B)
- Missing, Evanescence (B)
- Crawling, Linkin Park (B)
- Memories, Within Temptation (B)
- Breathe Easy, Blue (E)
- Unwritten, Natasha Bedingfield (B)
- Breaking the Habit, Linkin Park (B)
- Somewhere I Belong, Linkin Park (B)
- What I've Done, Linkin Park (E)
- Untitled, Simple Plan (E)
- My Soul Pleads For You, Simon Webbe (J)
- Say It Right, Nelly Furtado (B)
- Dragonfly, Coldfinger (B+Alice scene)
- Iris, Goo Goo Dolls (E & B)
- The Reason, Hoobastank (E)
- Nothing Else Matters, Metallica (E & B)
- Gabriel, Lamb (E & B)
Nota2: A lista ainda não está completa. Em breve vou disponibilizar as músicas para se ouvirem directamente no blog.
Deixo em baixo um trailer do filme, que sai em Novembro em Portugal (já li que era a 19, mas no site da SAPO-Lusomundo diz que é a 26, agora não sei...)
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Desembucha!!
Agarrando numa alusão feita pela srª Stephenie Meyer pela palavra de uma das suas personagens, Bella, pode dizer-se que me assemelho a uma casa. Só que está vazia. Dantes, antes de haver casa, era só um campo relvado, as crianças iam para lá jogar á macaca e jogar futebol (também lá jogava, com todos os outros). Depois, chegaram outras crianças, diferentes, ou entao foi só o campo relvado que mudou de sítio, sim, deve ter sido isso. E essas crianças já não jogavam comigo, porque me achavam diferente. Por isso conrtruí uma casa, onde pudesse convidar os que gostasse mais. Mas fui-me apercebendo, até agora, que a casa esta vazia, sem uma cadeira sequer. Isto porque a porta é demasiado pequena para passar móveis, e as janelas também, embora haja muitas. Parece que apesar disto, nunca ninguém olhou para dentro desta casa, se bem que alguns já tenham prestado alguma atençao às suas paredes, ou assim parece.
Sinto-me cada vez mais como uma casa vazia; está em muito bom estado, boa vista, virada para sul (apanha sol todo o dia, embora nunca esteja quente), mas mesmo assim vazia. Só paredes, sem nada, brancas, sem ninguém que viva lá dentro, excepto eu. Vivo dentro de mim própria. Não sei porquê; Será medo? Sim, montes de medo. De quê? De tudo. Do que os outros pensam de mim, do que vão pensar se eu disser "isto", do que vão pensar se eu não disser "aquilo", e, claro, e mais importante, das consequências desses juízos de valor. Medo, especialmente, de ficar sozinha, só. Porque, no fundo, não me consigo valorizar. Ok, tenho 18's e 19's e 20's, que bom. E de que é que isso me valeu? Valeu-me a placa na testa a dizer "NERD", "TÍMIDA", "ESTRANHA", "A EVITAR".Que fantástico, excelente mesmo. De que me vale a simpatia, se tenho medo de errar no mais básico (e que supostamente deveria ter vindo por defeito enquanto pessoa que sou), a socialização? É que, bem vistas as coisas, é mesmo muito estúpido: ao ter medo de falar por ter medo de ficar sozinha, acabo por ficar calada, e ninguem fala comigo, fico sozinha na mesma. Mas, e se eu falar, e disser a coisa errada, e todos me ficarem a odiar por isso? (eu sei, so what, quem se rala que eu diga a coisa errada, mas que se há-de fazer? sou parva por natureza)
E depois quero falar. Mas falar com quem? A única pessoa no mundo que eu tinha a certeza (e ainda tenho) que pensa da mesma maneira do que eu é a que há menos probabilidade de me ouvir (depois de me dar com os pés, sem sequer se dar ao trabalho de mo dizer ele proprio, de certeza que não tem paciencia para mim. ja antes não tinha, quanto mais agora). Há quem seja prestável, mas infelizmente, mesmo compreendendo o que eu penso, não tem o mesmo raciocínio do que eu (não sendo isto depreciativo), por isso não me pode consolar. Chego à conclusão de que eu sou a unica pessoa que me pode consolar. Mas que consolo dá uma casa vazia, que nem sequer pode ser preenchida?
Penso que chega inevitávelmente um certo ponto da vida de uma pessoa (qualquer pessoa, aliás) em que nos esquecemos (ou assim parece pelo menos) que para apreciarmos o bom temos de passar pelo mau, ás vezes pelo muito mau mesmo. Por isso vale a pena pensar que as coisas más têm um propósito, muito importante até: como poderíamos apreciar o riso, o bom riso, se nunca tivéssemos chorado, chorado a sério? Como poderíamos saber até que ponto amamos alguém sem nunca nos separarmos dessa pessoa? Melhor: Como poderíamos saber o alívio da esperança, sem termos nunca chegado ao fundo do poço, em desespero? E não nos iludamos: as estrelas podem não formar desenhos perfeitos, mas há sem dúvida uma (não tão) subtil perfeição (segundo uma certa óptica de perfeição, sempre) em todos os seres do universo, que nos faz (querer pelo menos) acreditar num propósito, superior ou não, que pode cingir-se a nós ou ter em conta o todo, mas que está lá, presente, no simples facto de estarmos aqui. E, acima de tudo, existe para nos lembrar "que a noite tem fim", que o inverno não dura para sempre ("Nothing's ever built to last", incluindo as partes menos boas :) e é assim, aceitar significa que conseguimos lidar com isso, viver com medo é a melhor maneira de conseguir o que menos queremos).
"Ás vezes a sorte bate-nos á porta quando estamos no jardim a procura de trevos de quatro folhas."
E se eu cometer um erro? Então significa que consigo enfrentar essa possibilidade, porque não é algo fatal, e que estou pronta para o corrigir. Isto significa que me aceito com as minhas próprias "falhas", o que me permite aceitar também os outros. E, se eu aceito os outros com as suas falhas, porque não hão eles de me aceitar com as minhas? Faz sentido. Não estamos cá para lixar ninguém, queremos conviver pacificamente. Pra quê o drama? ;)
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Being Hollow
Estar sozinho é assim:
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É ter gente à volta, mas ser transparente, sem importância, meaningless, não existente, sem essência. É ser perto de não ser. Ser um dos que estão postos de lado, como aqueles livros que temos na estantee que pegamos quando estamos mesmo sem nada para fazer (e pensamos, tens sorte livro, porque por minha vontade, provavelmente nem te ligava nenhuma). Estar translúcido na barreira do espaço-tempo, nem de um lado nem do outro, só a pairar, um espectro, perder a noção do tempo. Uma espiral que te leva cada vezmais para dentro do poço, e ainda nem lhe consegues ver o fundo. Querer estar bem, mas não estar bem em lado nanhum, com quem quer que seja, nem comigo. Não ter sonhos nem ambições, ser vazio, oco, nem tenho a certeza que a minha alma ainda exista (a existir, tem estado muito bem escondida, porque não tem dado sinais de si). Uma vida simplesmente sem viver, fútil, sem objectivo, sem direcção. Uma dormência constante, em que não estou a dormir nem acordada, mas que faz tudo parecer tão real como um sonho que se esfuma de magrugada, mas que realmente nunca acaba. É uma escuridão que domina esta existência (posso chamar-lhe vida?), e, embora agora consiga ver de novo a beleza do amanhecer e a magia do crepúsculo, não consigo escapar à noite que me consume.
Will I ever get fixed again?...
terça-feira, 7 de julho de 2009
O meu ópio: a Música
Bem, está é uma letra ADAPTADA, como já disse, do ORIGINAL DOS BLUE, "BREATHE EASY". Foi-me dada a conhecer no ano lectivo de 2007/08, quando fizémos a peça "Pedro e Inês" (meu deus... nunca tinha visto tanta gente a aplaudir em pé! xD).
Cruel to the eye
I see the way she makes you smile
Cruel to the eye
Watching her hold what could have been mine
Why should I lie?
What did I walk away to find?
Oh why, oh why
[chorus]
I can't breathe easy
I can't sleep at night
'till you're by my side
No I can't breathe easy
I can't dream yet another dream
Without you lying next to me
There's no air
Curse me inside
For every word just stuck in my mind
Curse me inside
I won't forget, no I won't, baby
I don't know why
(don't know why)
I left the one I was looking to find
oh why, oh why
[chorus]
No I (can't breathe easy)
Can't breathe easy
I can't dream yet another dream
Without you lying next to me
There's no air
Out of my mind
Nothing makes sense anymore
You won't get back in my life
That's what I know for sure
oh oh...
Tell me why...
Oh, tell me why
I can't dream yet another dream
Without you lying next to me
There's no air
No, no, no, no, no,
I can't breathe easy
(Can't sleep at night)
Till you're by my side
Just.... Can't breathe easy
I can't dream yet another dream
Without you lying next to me
There's no air
There's no air
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Mudança de assunto
Obrigada Fábio, Obrigada Ju, vocês são impecáveis, sem vocês não seria capaz de decidir continuar...
Estou a ficar sem ar, não consigo controlar os soluços, afinal parece que sempre vou sucumbir às lágrimas. Mas consigo lembrar-me de uma coisa boa: o Marcelo existe, e mesmo que não seja suposto ficar junto a ele, ainda não me foi negada a possibilidade de conviver harmoniosamnte com ele no dia-a-dia da escola. E não é por isto que vou esquecer os Green Day: têm sido, e serão, a base que me ajuda a levantar, e esses eu sei que são verdadeiros, e que os posso intrepretar da forma que bem entender, sem dar explicações a ninguém e sem estar errada.