Bem, quem me conhece sabe que eu tenho muitos notebooks...(por falar nisso, já tenho suficientes obrigada xD). Este blog terá essa função: um notebook virtual, personalizado, onde escrevo (quando tiver tempo e, especialmente, vontade...lool) "o que me vai na alma"(isto é um bocado vago; tanto podem ser longas dissertações como duas ou três frases que, acompanhadas de uma música, dizem mais que 1000 imagens...xD). Ah, já agora, aproveito para dizer que sou viciada em "xD"! (xD) Enjoy your stay ;)
terça-feira, 28 de junho de 2011
"A única constante é a própria Mudança"
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O Alberto Caeiro era um génio... !
- Porque é que as pessoas se preocupam tanto com o que lhes falha em vez de com o que lhe corre bem? Ainda vêm dizer que o erro é pedagógico, mas passam a vida com medo de errar... (é um daqueles paradoxos que não é mesmo suposto fazerem sentido » devem ser reparados ;) )
- Porque é que há tanta gente que pura e simplesmente não pensa, e depois os que pensam, pensam demais?? (e, como de costume, focam-se sempre no que não interessa... em vez de utilizarem essa maravilhosa ferramenta [a.k.a. inteligência] para perceberem que há um lado positivo em cada experiência e que os desapontamentos são apenas formas de nos incentivar a fazer cada vez melhor. Só ficamos desapontados porque sabemos que conseguimos fazer melhor ;) )
- Inconscientemente, estamos à espera que algo aconteça. Acontece. Ficamos mesmo felizes =D parece que foi obra do destino. A seguir acontece outra coisa, como se anulasse o efeito da outra, e pensamos que "interpretámos" mal o significado do destino. Gente, a cena é: Essas coisas não têm um significado real, simplesmente acontecem. Podes fazer com elas o que quiseres. É aleatório. Ou seja:
- (e este é ponto assente) Há coisas que não são para ser pensadas. Quando pensas nelas, tentas compreendê-las ou defini-las, acabas inevitavelmente por criar algo que não existe (crias a definição de algo que não é definível, é apenas sensível). E quando te apercebes que fizeste o que não devias, já não te lembras do que era anteriormente, porque substituíste o original por uma definição, e agora?? Podes sempre começar de novo :) O que não deves fazer:
- Culpar-te, martirizar-te, cruxificar-te, porque erraste. Eish, pois é, já viste, és humano! =P Sim, e que tal tirares a cabeça da areia e passares à frente? Agora que percebeste que há uma maneira de fazer as coisas correctamente, mais vale tentar (e tentar, e tentar, e tentar, até conseguires) do que ficar parado a lamentar, não? ;P
- Muitas vezes as pessoas espantam-se com o que está dentro delas, porque pensavam que não eram capazes de fazer metade do que fizeram, e ganham força para fazer ainda mais. A iniciativa e a motivação fazem uma óptima espiral para te sentires melhor: quanto mais quiseres, mais consegues, e mais queres atingir o nível seguinte.
- E o melhor é: enquanto lutas pelo que queres, e tentas, e tentas, e tentas, não te lembras de pensar. Apenas sentes o que se passa dentro de ti, habituas-te a ver as tuas "falhas" como características, e obrigas o teu cérebro a produzir muito mais endorfinas ;) (não que ele se importe, claro)
Vai por aí e faz o que quiseres. Ninguém te vai dizer que não. O juiz mais severo das tuas acções e pensamentos és tu próprio. Deixa-te viver como deve ser, não te prendas a convenções que nem sequer existem (quer dizer, existem para ti uma vez que foste tu que as criaste). As coisas são como são, existem porque é assim (e se têm algum significado é porque tu lhos deste; tira o rótulo ;) ). Mais de metade (leia-se: 99%) das coisas em que pensamos quando pensamos demais são exactamente aquelas que não devem ser pensadas, não têm correspondência no raciocínio; são para ser desfrutadas, assimiladas, absorvidas pelos sentidos, observadas, escutadas, tocadas, cheiradas, saboreadas, sentidas. Não te importes com o que os outros pensam ou dizem, apetece-te fazer alguma coisa: faz. Enquanto hesitas, alguém vem primeiro e ZÀS, adeus oportunidade. Apetece-te dizer alguma coisa: diz. O mundo é teu: és tu que o fazes. A originalidade é espontânea, não tentes ser forçosamente diferente dos outros, é o que toda a gente passa a vida a fazer =P Também não vale a pensa pensares em ser tu mesmo, ao pensares nisso já te estás a alterar... Apenas faz o que te der na cabeça. Sê feliz ;P
terça-feira, 15 de junho de 2010
Descobri há uns dias um pequeno (grande) blog, chamado http://bastidoresdoser.blogspot.com/ . Como qualquer pessoa que esteja habituada a explorar blogs já viu, blogs e bloggers são coisas que não faltam por aí. Também se percebe que muitos desses bloggers pouco ou nenhum jeito têm para escrever. O mesmo não se pode dizer do blogger autor deste blog que descobri recentemente; sim, se há coisa que não lhe falta é talento! (Não me vou lançar num rol de adjectivos todos bonitos e lamechas, don't worry ;) primeiro, porque provavelmente não saía nada de jeito, e depois porque também não sei até que ponto devo elogiar uma pessoa que não conheço. Se bem que mal não devia fazer, penso eu...)
Foi daquelas coisas em que tropeçamos por mero acaso, e, quando vamos a olhar, percebemos que é algo de verdadeiramente valioso. Na minha opinião, pelo menos. Na minha opinião, não há nada mais importante do que sabermos e conseguirmos expressar-nos, e conseguirmos transpor os nossos sentimentos para palavras não tem preço. Por isso, quando "tropecei" naquele blog, fiquei maravilhada: [rol de elogios bonitos e lamechas]! Mas falando a sério: é raro, para mim, encontrar alguém que consiga escrever assim: de forma muito poética e, no entanto, clara. Ao ler o resto do blog, não consigui evitar surpreender-me com cada novo post, porque a escrita deste blogger, mesmo sendo sobre temas pessoais, consegue ser tão profunda e sentida que nos sentimos (nós, os leitores) como se fôssemos transportados para aquele mundo de outra pessoa (isto tudo sem nunca saber de quem o blogger escreve), em que todos os temas são pessoais e, mesmo assim, se aplicam tão bem a nós como se nós próprios tivéssemos escrito o texto.
Perante isto, e vendo que já não tenho mais palavras para explicar tudo o que quero, tenho, ao menos, de dizer isto: quem me dera conseguir escrever assim. (E tudo o que está neste blog é prova de que eu gostava de conseguir escrever de forma mais poética; tudo o que consegui foram textos quase analíticos --' enfim, pode ser que com o treino isto vá lá xP)
Mesmo assim, confirmou uma teoria minha: escrevemos melhor quando estamos apaixonados. (Por isso é que eu já não escrevo nada de jeito desde Junho passado xD e gostava muito, mas muito mesmo, de voltar a escrever como deve ser. Por favor...?)
PS -- Mensagem para o blogger de que falei (na remota hipótese de alguma vez na vida vir a ler isto): Continua a escrever, porque te faz bem a ti (não devo ser eu a única a achar que a escrita nos "liberta", nos deixa mais leves) e aos outros (ler os teus posts sabe sempre bem). Fica bem* ;)
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A nova rotina
Mas, se assim é, apenas pergunto uma coisa: se aqui estou, não é por acaso, e (não importa o que digam) não acredito que tenhamos sido "escolhidos" para estar aqui para sofrer. Assim, e se não devo ficar com ninguém, por que motivo se lançou o amor no meu caminho de forma tão flagrante?
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Desembucha!!
Agarrando numa alusão feita pela srª Stephenie Meyer pela palavra de uma das suas personagens, Bella, pode dizer-se que me assemelho a uma casa. Só que está vazia. Dantes, antes de haver casa, era só um campo relvado, as crianças iam para lá jogar á macaca e jogar futebol (também lá jogava, com todos os outros). Depois, chegaram outras crianças, diferentes, ou entao foi só o campo relvado que mudou de sítio, sim, deve ter sido isso. E essas crianças já não jogavam comigo, porque me achavam diferente. Por isso conrtruí uma casa, onde pudesse convidar os que gostasse mais. Mas fui-me apercebendo, até agora, que a casa esta vazia, sem uma cadeira sequer. Isto porque a porta é demasiado pequena para passar móveis, e as janelas também, embora haja muitas. Parece que apesar disto, nunca ninguém olhou para dentro desta casa, se bem que alguns já tenham prestado alguma atençao às suas paredes, ou assim parece.
Sinto-me cada vez mais como uma casa vazia; está em muito bom estado, boa vista, virada para sul (apanha sol todo o dia, embora nunca esteja quente), mas mesmo assim vazia. Só paredes, sem nada, brancas, sem ninguém que viva lá dentro, excepto eu. Vivo dentro de mim própria. Não sei porquê; Será medo? Sim, montes de medo. De quê? De tudo. Do que os outros pensam de mim, do que vão pensar se eu disser "isto", do que vão pensar se eu não disser "aquilo", e, claro, e mais importante, das consequências desses juízos de valor. Medo, especialmente, de ficar sozinha, só. Porque, no fundo, não me consigo valorizar. Ok, tenho 18's e 19's e 20's, que bom. E de que é que isso me valeu? Valeu-me a placa na testa a dizer "NERD", "TÍMIDA", "ESTRANHA", "A EVITAR".Que fantástico, excelente mesmo. De que me vale a simpatia, se tenho medo de errar no mais básico (e que supostamente deveria ter vindo por defeito enquanto pessoa que sou), a socialização? É que, bem vistas as coisas, é mesmo muito estúpido: ao ter medo de falar por ter medo de ficar sozinha, acabo por ficar calada, e ninguem fala comigo, fico sozinha na mesma. Mas, e se eu falar, e disser a coisa errada, e todos me ficarem a odiar por isso? (eu sei, so what, quem se rala que eu diga a coisa errada, mas que se há-de fazer? sou parva por natureza)
E depois quero falar. Mas falar com quem? A única pessoa no mundo que eu tinha a certeza (e ainda tenho) que pensa da mesma maneira do que eu é a que há menos probabilidade de me ouvir (depois de me dar com os pés, sem sequer se dar ao trabalho de mo dizer ele proprio, de certeza que não tem paciencia para mim. ja antes não tinha, quanto mais agora). Há quem seja prestável, mas infelizmente, mesmo compreendendo o que eu penso, não tem o mesmo raciocínio do que eu (não sendo isto depreciativo), por isso não me pode consolar. Chego à conclusão de que eu sou a unica pessoa que me pode consolar. Mas que consolo dá uma casa vazia, que nem sequer pode ser preenchida?
Penso que chega inevitávelmente um certo ponto da vida de uma pessoa (qualquer pessoa, aliás) em que nos esquecemos (ou assim parece pelo menos) que para apreciarmos o bom temos de passar pelo mau, ás vezes pelo muito mau mesmo. Por isso vale a pena pensar que as coisas más têm um propósito, muito importante até: como poderíamos apreciar o riso, o bom riso, se nunca tivéssemos chorado, chorado a sério? Como poderíamos saber até que ponto amamos alguém sem nunca nos separarmos dessa pessoa? Melhor: Como poderíamos saber o alívio da esperança, sem termos nunca chegado ao fundo do poço, em desespero? E não nos iludamos: as estrelas podem não formar desenhos perfeitos, mas há sem dúvida uma (não tão) subtil perfeição (segundo uma certa óptica de perfeição, sempre) em todos os seres do universo, que nos faz (querer pelo menos) acreditar num propósito, superior ou não, que pode cingir-se a nós ou ter em conta o todo, mas que está lá, presente, no simples facto de estarmos aqui. E, acima de tudo, existe para nos lembrar "que a noite tem fim", que o inverno não dura para sempre ("Nothing's ever built to last", incluindo as partes menos boas :) e é assim, aceitar significa que conseguimos lidar com isso, viver com medo é a melhor maneira de conseguir o que menos queremos).
"Ás vezes a sorte bate-nos á porta quando estamos no jardim a procura de trevos de quatro folhas."
E se eu cometer um erro? Então significa que consigo enfrentar essa possibilidade, porque não é algo fatal, e que estou pronta para o corrigir. Isto significa que me aceito com as minhas próprias "falhas", o que me permite aceitar também os outros. E, se eu aceito os outros com as suas falhas, porque não hão eles de me aceitar com as minhas? Faz sentido. Não estamos cá para lixar ninguém, queremos conviver pacificamente. Pra quê o drama? ;)
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Being Hollow
Estar sozinho é assim:
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É ter gente à volta, mas ser transparente, sem importância, meaningless, não existente, sem essência. É ser perto de não ser. Ser um dos que estão postos de lado, como aqueles livros que temos na estantee que pegamos quando estamos mesmo sem nada para fazer (e pensamos, tens sorte livro, porque por minha vontade, provavelmente nem te ligava nenhuma). Estar translúcido na barreira do espaço-tempo, nem de um lado nem do outro, só a pairar, um espectro, perder a noção do tempo. Uma espiral que te leva cada vezmais para dentro do poço, e ainda nem lhe consegues ver o fundo. Querer estar bem, mas não estar bem em lado nanhum, com quem quer que seja, nem comigo. Não ter sonhos nem ambições, ser vazio, oco, nem tenho a certeza que a minha alma ainda exista (a existir, tem estado muito bem escondida, porque não tem dado sinais de si). Uma vida simplesmente sem viver, fútil, sem objectivo, sem direcção. Uma dormência constante, em que não estou a dormir nem acordada, mas que faz tudo parecer tão real como um sonho que se esfuma de magrugada, mas que realmente nunca acaba. É uma escuridão que domina esta existência (posso chamar-lhe vida?), e, embora agora consiga ver de novo a beleza do amanhecer e a magia do crepúsculo, não consigo escapar à noite que me consume.
Will I ever get fixed again?...
terça-feira, 14 de abril de 2009
O regresso dos pensamentos (que venham os feelings...)
Da mesma maneira me encontro agora a escrever: passei a aula de biologia a dizer a mim própria que tive todas as férias para escrever, desenhar, etc., que agora era tempo de pousar a caneta (ou o lápis, no meu caso! xD) e começar a agir como deve ser; portanto, aqui estou eu!, a fazer exactamente aquilo que disse a mim mesma para não fazer. Eu, do contra? Nãããão... Mas às vezes gosto de contestar!... xD
Ainda na aula de biologia, dei por mim a pensar (algo que só por si não dá bom resultado...) na inteligência das pessoas, mais concretamente na maneira como tendemos a julgar a inteligência dos outros. Porque é que alguém inteligente tem de ser aquele que tem melhores notas na escola? Pessoalmente, descordo completamente desta "avaliação". Se formos a ver bem, o que é a inteligência, no fundo? É a capacidade de resolver problemas (não problemas de matemática, mas problemas reais, "como é que isto acontece", "como se faz isto"), de usar a lógica, de analisar situações. Então porque é que uma pessoa , embora tendo notas médias (vá, com uma ou duas negativas) que se calhar se devem apenas a falta de estudo, mas que:...
- Consegue pensar por si;
- Quando vê uma situação nova/problema, que lhe desperta curiosidade, tenta (e muitas vezes consegue) percebê-la e explicá-la;
- Utiliza os seus conhecimentos antigos em novos problemas;
- Tem facilidade em raciocinar e pensar nas coisas;
- Tem uma boa relação com os outros;
Porque é que esta pessoa é, muitas vezes, apreciada como tendo uma "inteligência média"? Apenas com base nos resultados escolares??
Outro exemplo: alguém que tem óptimos resultados escolares, que participa muito nas aulas, mas que
- Não tem espírito crítico;
- Aceita tudo o que os professores/manuais/pais(...) dizem como verdade absoluta (porque "as fontes são de confiança"), e não aceita que se duvide dessas informações;
- Não aceita as opiniões dos outros quando diferem da sua;
- Não tem por hábito a questionação/problematização das situações do dia-a-dia, e pensa inclusivamente que estas não têm nada em comum com os problemas tratados na aula/não percebe que os problemas da aula se assemelham em certos aspectos com os problemas reais (o que faz com que muitas vezes não consiga aplicar conhecimentos da aula a situações reais)
Esta pessoa pode ser considerada mais inteligente do que a descrita anteriormente? Tendo apenas em conta os resultados escolares??
Hoje em dia está mais que provado que não existe apenas um tipo de inteligência, mas vários: há quem seja melhor nas ciências exactas (p. ex. a matemática), outros são melhores na comunicação, uns são mais direccionados para o desporto, e há quem tenha um dom especial para a música... e todos eles podem ser igualmente "inteligentes" (se bem que não haja maneira garantida de quantificar essas capacidades, uma vez que os testes de QI recaem muitas vezes na área do raciocínio, das matemáticas...). Para além disto, também se fala muito hoje em dia da Inteligência Emocional, ou seja, a capacidade de percebermos, (às vezes) dominarmos as nossas emoções e de as utilizarmos eficazmente todos os dias, pelo que se pode dizer (de forma geral) que uma pessoa com um alto QE (Quociente Emocional) tem mais facilidade em se relacionar com os outros, de empatizar ("pôr-se no lugar do outro"), ...
Não será o QE muitas vezes (senão sempre!) tão importante como o QI? De que nos serve termos uma grande capacidade de raciocínio se não conseguimos transmitir as nossas ideias, opiniões, aos outros, se não conseguimos comunicar, em fim de contas, se não conseguimos dar-nos bem com os outros e ter amigos verdadeiros (e sermos amigos verdadeiros)?
Basicamente, tudo isto foi só para dizer que devemos olhar para os outros como seres complexos (assim como nós próprios), não devemos ficar só pelo superficial, porque cada um tem características muito especiais que o fazem único. Melhor: quando percebemos realmente isto, não conseguimos deixar de sentir que devemos dar um pouco de nós aos outros, e chegamos ao ponto de perceber que tudo é tão simples que podemos apenas viver, sem problemas (que muitas vezes derivam de pensarmos-que-o-outro-pensa-que-nós-fizémos/dissémos-alguma-coisa-que-não-devíamos; e então? e se tivermos dito aluma coisa errada? vai-nos caír o céu em cima da cabeça? Não! Se fosse ao contrário, não achávamos que era tudo normal, que todos erramos? Claro! Então para quê estarm-nos a chatear com coisas que nem temos a certeza?? ;) think about it...).
Complicado? Parece mais estranho do que realmente é; de facto é muito mais difícil arranjar palavras para explicar a ideia do que pô-la mesmo em prática! (por isso é que a "frase do dia" ultimamente tem sido "NÃO PENSES, AGE!". Dá para imaginar o tempo que demorei a escrever esta porcaria toda?? É melhor não...xD)